Se as casas falassem! Se as casas falassem teriam, certamente, muito a dizer sobre as pessoas que as habitam ou habitaram – proprietários, empregados, convidados. Castrália é o belo nome de uma dessas casas. Uma viagem poética sobre casas, sobre identidade e a eterna procura de um lugar a que possamos, por fim, chamar casa. Esta peça inspira-se nas casas e nas vidas dos brasileiros de torna-viagem, portugueses que cruzaram o Atlântico em busca de uma vida melhor e que, ao regressarem, materializaram as suas conquistas, memórias e saudades em arquitetura, amarrando dois continentes num só lugar.
Direção artística: Ângela Marques e Fernando Moreira / texto: Pedro Fiúza / encenação: Fernando Moreira / apoio ao movimento e coreografias: Andrea Gabilondo / interpretação: Emílio Gomes, Filomena Gigante, Jaime Castelo Branco e Sara Neves / música: Carlos Adolfo / desenho de luz e operação técnica: Nuno Almeida / sonoplastia: Alberto Lopes / registo fotográfico: Paulo Pimenta / registo videográfico: José Guilherme Marques / design gráfico: Atelier d’Alves / assistente da direção artística: Jaqueline Figueiredo / produção: Astro Fingido / financiamento: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes / apoio: Município de Paredes
Exposição de Fotografia de Paulo Pimenta